Não precisei buscar
Sempre esteve aqui
Por muito tempo olhei fora
Tentando entender
O que já pulsava em mim
Sem precisar dizer
Caminhei entre perguntas
Silenciei a pressa
Até ouvir no peito
O que a alma confessa
Quando eu paro
Eu sinto
Reconheço em mim
O divino que habita
Reconheço em mim
A vida que pulsa
Reconheço em mim
Sem nome, sem forma
Reconheço em mim
O agora que sustenta
Não veio como resposta
Nem como sinal
Veio como presença
Simples e real
Não pediu que eu mudasse
Nem que eu provasse algo
Só me chamou pro agora
Onde tudo é sagrado
Quando eu respiro
Eu lembro
Reconheço em mim
O divino que habita
Reconheço em mim
A vida que pulsa
Reconheço em mim
Sem nome, sem forma
Reconheço em mim
O agora que sustenta
O divino não grita
Ele se revela
Sigo inteira
Sigo presente
Reconhecendo em mim
O que sempre foi